
Um inquérito sobre o grau de preocupação com as consequências da gripe A, feito pelo Centro Análise, um projecto da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP),revelou que 77,9% dos inquiridos estão preocupados ou muito preocupados e que 83,8% consideraram provável contrair o vírus nos próximos 6 meses. Apenas 19,3% se sentem "pouco ou nada preocupados".
É interessante verificar o pânico generalizado e infundado das pessoas em relação a esta gripe. É uma pena, aliás que isso aconteça, ainda que seja melhor terem excesso de cautela do que demasiado pouco numa situação em que deveriam ter mais.
Mas o mediatismo da gripe A, muito favorecido pelos média, é apenas útil aos governos e aos laboratórios, pois se uns querem um povo medroso, controlado e servil, outros querem os lucros que provêm da venda das vacinas, antibióticos e testes de despistagem do vírus, que não são de todo baratos.
Na Ucrânia, onde 2% da população está infectada com o vírus da gripe A, e onde já houve mais de duas centenas de mortos, o governo (democrático) usou a desculpa da gripe para decretar medidas que restringem a liberdade dos cidadãos e alegadamente lançar pelo ar químicos desconhecidos sobre várias regiões do país.
Diz-se que em Portugal 30% da população pode vir a ser infectada, estimativa absolutamente disparatada e enganadora que pretende lançar o pânico sobre o nosso povo e fortalecer os interesses do Estado e de certos grupos económicos ligados á saúde.
Espero no entanto que o país acorde e que não aceite a vacinação geral, como se está a fazer nos EUA, até que nos deiam garantias suficientes de que a vacina não traz riscos ainda mais graves do que a própria doença.